Instituto Baleia Jubarte (IBJ) viu que o trabalho da Aracruz era sério e decidiu que queria ler o projeto, considerando que a preocupação da empresa ia além das exigências do Ibama.
O Instituto levantou questões sobre a rota das barcaças, procurando saber se causariam desconforto às baleias ou que ocorressem atropelamentos. A Aracruz ofereceu-se, então, para financiar estudos que possibilitassem ao IBJ determinar a melhor rota para os navios-barcaça e garantiu que seria seguida a rota escolhida.
Iniciou-se uma parceria que ajudaria os biólogos a conhecer melhor os hábitos das baleias jubarte e franca, que costumam freqüentar o litoral do sul da Bahia e norte do Espírito Santo todos os anos, de julho a dezembro.
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