O Instituto Baleia Jubarte foi o mais contrário à execução, pois alegavam que o projeto era inviável, e a região era sagrada e precisava ser preservada. Contudo, tinham poucas informações, pois faltavam estudos sobre a região.
Algumas ONGs criticaram o projeto e foram contrárias a ele:
- Instituto Baleia Jubarte,
- Instituto De Apoio E Proteção Ambiental (IAPA)
- Patrulha Ecológica
- Conservation International.
A Aracruz comprometeu-se a dar todas as respostas sobre questões que fossem levantadas, fazendo os estudos que se mostrassem necessários e mudando a atuação sempre que esse fosse o melhor caminho para a sociedade e o meio ambiente.
A partir daí, a participação das ONGs passou a ser importantíssima, porque eram elas que colocavam as questões e a Aracruz, assumindo como seu o risco ambiental, se empenhava em buscar respostas consistentes que as satisfizessem.
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