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“É importante continuar o monitoramento porque a rota não é uma coisa estática. Às vezes elas se afastam da costa em função de chuvas, por exemplo”, explica o veterinário Milton Marcondes, um dos funcionários acrescentados ao quadro do Instituto graças à parceria com a empresa. Criado em 1988 como Projeto Baleia Jubarte, dentro do Ibama, o Instituto ganhou autonomia em 1996 e teve um impulso muito grande depois da parceria com a Aracruz, que praticamente mantém o trabalho de educação ambiental.

 

O monitoramento das baleias continua e agora a empresa financia também o acompanhamento de botos, que ficam ao norte de Caravelas. “Ninguém sabe se o nosso terminal tem alguma influência nos botos, mas monitoramos mesmo assim”, afirma Oliveira.


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