Todas as etapas para a implantação do projeto seguiram a política de sustentabilidade definida especialmente para aprimorar as operações brasileiras da empresa. Os principais pontos da política e os desafios relacionados ao projeto foram:
- Vinculação dos objetivos de negócios com questões sociais e ambientais: promoção do comprometimento interno em todas as áreas de negócios, apesar da relação direta com os fornecedores primários;
- Ir além da simples conformidade com a legislação local: o estabelecimento metas além das previstas por lei precisou ser discutido internamente, em parceria com agricultores, ONGs e outras partes interessadas, visando atingir padrões globais de excelência de produção;
- Promoção de melhoria ambiental contínua: o estudo de indicadores precisos a serem trabalhados e avaliações de riscos envolveram diferentes parceiros e consultores com relação a problemas que, até então, não haviam sido profundamente discutidos;
- Investimento no desenvolvimento dos parceiros: estabelecimento de um perfil correto para parceiros e o fornecimento de ferramentas para promovê-los na cadeia, sem sobrecarregar os custos em um mercado de produtos foi outro desafio;
- Conservação de uma postura aberta e ética: a empresa definiu o Relatório Socioal e Ambiental como uma diretriz para registrar a sustentabilidade. Embora muito vasto e ainda com muitos aspectos internos e externos a atingir, a Bunge brasileira, hoje, atingiu o nível de aplicação GRI A+, sendo a primeira do setor em todo mundo e a única no país em seu setor.
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