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Tecnologia e Telecom

Empresas de tecnologia que atuam no Brasil estão definitivamente entrando na era do processo sustentável de produção. Muitas delas estão, desde 2006, seguindo padrões de suas concorrentes internacionais. O exemplo é visto principalmente entre as que exportam ou são fornecedoras de companhias do exterior.

 

A tendência começou a se cristalizar desde que entrou em vigor a Restrição de Certas Substâncias Perigosas (RoHS), também conhecida como “lei do sem chumbo”. Trata-se de uma norma européia que proíbe o uso de determinadas substâncias em processos de fabricação, como cádmio, mercúrio, cromo hexavalente, bifenilos polibromados, éteres difenil-polibromados e chumbo.

 

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Empresas de tecnologia que atuam no Brasil estão definitivamente entrando na era do processo sustentável de produção. Muitas delas estão, desde 2006, seguindo padrões de suas concorrentes internacionais. O exemplo é visto principalmente entre as que exportam ou são fornecedoras de companhias do exterior.

 

A tendência começou a se cristalizar desde que entrou em vigor a Restrição de Certas Substâncias Perigosas (RoHS), também conhecida como “lei do sem chumbo”. Trata-se de uma norma européia que proíbe o uso de determinadas substâncias em processos de fabricação, como cádmio, mercúrio, cromo hexavalente, bifenilos polibromados, éteres difenil-polibromados e chumbo.

 

A ação limita a 0,1% o uso desses elementos nos manufaturados da União Européia ou produtos importados no continente. A intenção é controlar o manuseio de substâncias que causam danos à saúde e ao meio ambiente. Exemplos clássicos são a produção da solda tradicional, que é composta de 63% de estanho e 37% de chumbo, e de baterias, que consome 80% do chumbo produzido no mundo.

 

A Furukawa, empresa fornecedora de cabos e acessórios, conta com uma linha de cabos ópticos, metálicos e conectores que passam por rígida inspeção e testes em laboratórios para análise de composição de materiais, certificando o cumprimento às exigências. O PVC e alguns pigmentos também foram reformulados para atender à diretiva.

 

Produtos confeccionados pela Cabolider - fabricante de fios, cabos e cordões elétricos para aplicação em informática, sonorização, sinais e automobilísticos - também obtiveram certificação da RoHS para se adequar aos protocolos internacionais. A empresa já produzia, há algum tempo, itens atóxicos, com controle de metais pesados. A intenção é conscientizar consumidores e indústrias nacionais sobre a importância de dar o destino correto aos equipamentos no final da vida útil, além de qualificar e quantificar substâncias nocivas.

 

 

 

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